FarreandoFarreandoFarreando
Font ResizerAa
  • Home
  • Últimas Notícias
  • Eventos
  • Colunistas
  • Cobertuas
Reading: Liberação de R$ 1,88 bi beneficia ministérios das Cidades e da Saúde
Compartilhar
Font ResizerAa
FarreandoFarreando
  • Home
  • Últimas Notícias
  • Eventos
  • Colunistas
  • Cobertuas
Buscar
  • Home
  • Últimas Notícias
  • Eventos
  • Colunistas
  • Cobertuas
Siga-nos
Entretenimento

Liberação de R$ 1,88 bi beneficia ministérios das Cidades e da Saúde

R2Sites
R2Sites
Publicado 01/10/2026
Compartilhar
Liberação de R$ 1,88 bi beneficia ministérios das Cidades e da Saúde
Compartilhar

Os ministérios das Cidades e da Saúde foram as pastas beneficiadas pela liberação de R$ 1,88 bilhão do Orçamento de 2026, anunciou na noite dessa quarta-feira (30) o Ministério do Planejamento e Orçamento.

A pasta das Cidades teve R$ 1,46 bilhão liberados. Para a Saúde, o descongelamento ficou em R$ 41,9 milhões.

Os novos limites de gastos constam do decreto publicado em edição extraordinária do Diário Oficial da União, com os novos valores detalhados dos bloqueios e contingenciamento por ministérios e por órgãos. Pela legislação, o decreto sai seis dias após o envio ao Congresso Nacional do Relatório Bimestral de Avaliação de Receitas e Despesas, documento que orienta a execução do Orçamento.

Segundo o decreto, dos R$ 1,881 bilhões liberados no último dia 24, R$ 1,507 bilhões virão do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e R$ 461,2 milhões de emendas parlamentares.

No entanto, os demais Poderes – Legislativo, Judiciário, Ministério Público e Defensoria Pública da União – tiveram R$ 86,2 milhões contingenciados.

Os ministérios e demais órgãos federais têm até 7 de outubro para detalhar os programas que terão mais recursos.

A última edição do Relatório Bimestral de Avaliação de Receitas e Despesas reduziu de R$ 17,937 bilhões para R$ 16,056 bilhões o volume bloqueado no Orçamento de 2026.

Emendas parlamentares

Mesmo com a liberação de recursos, continuam congelados R$ 3,304 bilhões em emendas parlamentares de bancada, recursos indicados por deputados e senadores para obras e projetos nos estados.

Nesse caso, será aplicada a Lei Complementar 210/2024, aprovada para regulamentar a execução das emendas parlamentares e ampliar a transparência desses recursos.

Pela lei complementar, as emendas são bloqueadas ou desbloqueadas até a mesma proporção aplicada às demais despesas discricionárias, para cumprir as metas fiscais. No entanto, o Congresso poderá definir as prioridades quando houver necessidade de bloqueio ou contingenciamento, indicando quais programações terão os recursos preservados e quais serão afetadas pelos cortes, dentro dos limites definidos pelo governo.

Faseamento

Além dos bloqueios, o governo está utilizando o chamado faseamento de empenho. O mecanismo não corta recursos, mas limita temporariamente a velocidade com que os órgãos podem assumir novos compromissos financeiros.

A medida funciona como um controle de fluxo de caixa. Se a arrecadação ficar abaixo do esperado, o governo evita empenhar (autorizar o gasto de) recursos antes de confirmar a entrada das receitas.

A restrição de empenho está prevista em R$ 24,058 bilhões até novembro. O valor sujeito a esse controle cai para zero em dezembro.

Ao somar o total congelado (contingenciado e bloqueado) apenas para o Poder Executivo, a restrição chega a R$ 40,028 bilhões até novembro, antes de cair para R$ 15.969 bilhões em dezembro.

Tipos de despesa

O arcabouço fiscal em vigor divide os recursos congelados em dois tipos: o contingenciamento e o bloqueio.

As duas medidas restringem a execução de despesas, mas são acionadas por razões diferentes:

Bloqueio: ocorre quando há aumento ou risco de aumento das despesas obrigatórias e é necessário respeitar o limite de gastos do arcabouço fiscal.

Contingenciamento: é adotado quando a estimativa de receitas cai e é necessário preservar o cumprimento da meta de resultado primário.

Os dois podem ocorrer simultaneamente, como aconteceu no quarto bimestre de 2026.

No caso atual, a redução do bloqueio foi parcialmente compensada pelo novo contingenciamento, mantendo em R$ 16,1 bilhões o total de despesas sob contenção.

Para este ano, a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) prevê resultado primário zero (nem déficit, nem superávit), com uma margem de tolerância de até R$ 31 bilhões para mais ou para menos.

Neste ano, o governo federal não contingenciou o Orçamento, porque prevê déficit primário (economia de recursos para pagar os juros da dívida pública) de R$ 13,6 bilhões, se excluídos precatórios e alguns gastos com saúde, educação e defesa. Se incluir os gastos fora do marco fiscal, o resultado ficará negativo em R$ 80,9 bilhões.

Para 2026, o marco fiscal limita o crescimento das despesas a 2,5% acima da inflação do ano anterior.

Detalhamento

Na divisão por tipo de despesa, a distribuição dos recursos desbloqueados é a seguinte:

 

Fonte: Agência Brasil

Você Pode Gostar

Dólar fecha acima de R$ 5,22 em dia de mal-estar global
Entra em vigor tarifa zero para instrumentos musicais importados
Carne brasileira vai pagar tarifa de 67% para entrar na China
Nova modalidade de renegociação de dívidas de MEI começa nesta quinta
Pix por aproximação deixa de ter teto de R$ 500 a partir desta quinta
Compartilhe esta notícia
Facebook Copy Link Print
Notícia anterior Pix por aproximação deixa de ter teto de R$ 500 a partir desta quinta Pix por aproximação deixa de ter teto de R$ 500 a partir desta quinta
Próxima Notícia Santos regulariza ocupação do Centro de Treinamento Rei Pelé Santos regulariza ocupação do Centro de Treinamento Rei Pelé
- Anúncio-
Ad image

Mais Lidas da Semana

Fies 2026/2: instituições de ensino podem ofertar vagas remanescentes
Fies 2026/2: instituições de ensino podem ofertar vagas remanescentes
Famosos
Santos regulariza ocupação do Centro de Treinamento Rei Pelé
Santos regulariza ocupação do Centro de Treinamento Rei Pelé
Cinema
Cristiano Ronaldo deixa seleção de Portugal após fala de Jorge Jesus
Cristiano Ronaldo deixa seleção de Portugal após fala de Jorge Jesus
Cinema
Percentual de jovens nem-nem no Brasil cai para 22,4%, mostra estudo
Percentual de jovens nem-nem no Brasil cai para 22,4%, mostra estudo
Famosos

Você Pode Gostar

Dólar cai para R$ 5,17 e acumula recuo de 0,15% em setembro
Entretenimento

Dólar cai para R$ 5,17 e acumula recuo de 0,15% em setembro

R2Sites
R2Sites
5 Min Leitura
União Europeia sinaliza retomada de compras de frango e mel do Brasil
Entretenimento

União Europeia sinaliza retomada de compras de frango e mel do Brasil

R2Sites
R2Sites
4 Min Leitura
Termina nesta quarta prazo para pedir dinheiro do fundo PIS/Pasep
Entretenimento

Termina nesta quarta prazo para pedir dinheiro do fundo PIS/Pasep

R2Sites
R2Sites
4 Min Leitura
Farreando

Acesso Rápido

  • Home
  • Últimas Notícias
  • Eventos
  • Colunistas
  • Cobertuas

Contato

  • redacao@farreando.com.br/
  • (79) 99999-9999
  • Aracaju - Segipe

Siga-nos

© Copyright 2026 | Todos os Direitos Reservados - Feito com ❤ por R2 Sites